terça-feira, 6 de setembro de 2011

Tudo a ver!

Amor em uma lata de leite!

Dois irmãozinhos maltrapilhos, provenientes de uma favela - um deles de cinco anos e o outro de dez, iam pedindo um pouco de comida pelas casas de uma das ruas de São Paulo.

Estavam famintos: “Vai trabalhar e não amole”, ouvia-se detrás da porta; “aqui não tem nada neguinho...”, dizia outro... As múltiplas tentativas frustradas entristeciam as crianças...
 

Por fim, uma senhora muito atenta disse-lhes: “Vou ver se tenho alguma coisa para vocês... garotinhos!” E voltou com uma latinha de leite.
 

Que festa! Ambos se sentaram na calçada. O menorzinho disse para o de dez
 
anos: “você é mais velho, tome primeiro... e olhava para ele com seus dentes brancos, a boca semi-aberta, mexendo a ponta da língua”.
 

Eu, parado, como um tolo, contemplava a cena... Se vocês vissem o mais velho
 
olhando de lado para o pequenino...!
 

Leva a lata à boca e, fazendo gesto de beber, aperta fortemente os lábios para que por eles não penetre uma só gota de leite. Depois, estendendo a lata, diz ao irmão: “Agora é sua vez. Só um pouco”.E o irmãozinho, dando um grande gole exclama: “como está gostoso!”.
 

“Agora eu”, diz o mais velho. E levando a latinha, já meio vazia, à boca, não bebe nada. “Agora você”, “agora eu”, “agora você”, “agora eu...”. E, depois de três, quatro, cinco ou seis goles, o menorzinho, de cabelo encaracolado, barrigudinho, com a camisa de fora, esgota o leite todo... ele sozinho.
 

Esse “agora você”, “agora eu” encheram-me os olhos de lágrimas...
 

E então, aconteceu algo que me pareceu extraordinário. O mais velho começou a cantar, a dançar, a jogar futebol com a lata de leite.

Estava radiante, o estômago vazio, mas o coração trasbordante de alegria. Pulava, com a naturalidade de quem não fez nada de extraordinário, ou melhor, com a naturalidade de quem está habituado a fazer coisas extraordinárias, sem dar-lhes maior importância.


“Nada é pequeno no amor. Aqueles que esperam por grandes ocasiões para demonstrar a sua ternura ao próximo não sabem amar”.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Trollada no Gartic!


sábado, 3 de setembro de 2011

Vale apena assistir, é realmente uma história fantástica!


5 perguntas que podem mudar sua vida!



Pare, por favor!



Um jovem e bem sucedido executivo dirigia por sua vizinhança, correndo um pouco demais em seu novo carro.

Observando crianças se lançando entre os carros estacionados, diminuiu um pouco a velocidade, quando achou ter visto algo.

Enquanto passava, nenhuma criança apareceu.

De repente um tijolo espatifou-se na porta lateral do carro!

Freou bruscamente e deu ré até o lugar de onde teria vindo o tijolo.

Saltou do carro e pegou bruscamente uma criança, empurrando-a contra um veículo estacionado e gritou:

“Por que isso? Quem é você? Que besteira você pensa que está fazendo? Este é um carro novo e caro, aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro. Você tem noção do que fez?”

“Por favor, senhor, me desculpe, eu não sabia mais o que fazer! Ninguém estava disposto a parar e me atender”.

Neste momento, lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direção dos carros estacionados.

“Meu irmão é paralítico e na descida ele caiu de sua cadeira de rodas, e eu não consigo levantá-lo sozinho”.

Soluçando, o menino perguntou ao executivo:

“O senhor poderia me ajudar a recoloca-lo em sua cadeira de rodas? Ele está machucado e é muito pesado para mim”.

Movido internamente, muito além das palavras, o jovem motorista, engolindo sua surpresa, dirigiu-se ao jovenzinho, colocando-o em sua cadeira de rodas.

Tirou seu lenço, limpou as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.

“Obrigado, e que Deus possa abençoá-lo”, disse a criança a ele.

O homem então viu o menino se distanciar, empurrando o irmão em direção à casa.

Foi um longo caminho de volta para o carro, um longo e lento caminho de volta. Ele nunca consertou a porta amassada.

Deixou assim, para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida, que alguém tivesse que atirar um tijolo para obter a sua atenção.

Deus sussurra em nossas mentes e fala aos nossos corações. Algumas vezes quando nós não temos tempo de ouvir, ele tem de jogar um tijolo em nós.

E a escolha é nossa: ouvir o sussurro ou esperar pelo “tijolo”.